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Vasiliy Costin
Vasiliy Costin

Como Fazer Um Catavento Para Gerar Energia Eletrica


3. Baterias: em sistemas desconectados da rede pública (off grid), é necessário contar com um banco de baterias para armazenar a energia gerada. Já na microgeração distribuída (grid tie), como a energia produzida é injetada na rede pública, as baterias viram uma opção para oferecer alguma autonomia contra apagões.




como fazer um catavento para gerar energia eletrica



O termo energia eólica descreve o processo pelo qual o vento é usado para gerar energia mecânica ou elétrica. As turbinas eólicas convertem a energia cinética do vento em energia mecânica. Esta energia mecânica pode ser usada para tarefas específicas, como por exemplo, a moagem de grãos ou bombear água; ou um gerador pode converter esta energia mecânica em energia elétrica. Para gerar a eletricidade, uma turbina eólica de geração de energia funciona ao contrário de um ventilador. Em vez de usar eletricidade para fazer ventar, como um ventilador, as turbinas eólicas usam o vento para produzir eletricidade. O vento gira as pás, que giram um eixo, que se liga a um gerador, produzindo eletricidade. O gerador são basicamente dois ímãs que, ao girar um sobre outro, produzem carga elétrica. Essa carga é então direcionada para uma estação de armazenamento, que funciona como um nobreak gigante e então distribuída pela rede elétrica.


Para que o sistema funcione, é necessário que seja usada alguma tecnologia capaz de transformar a energia captada de modo a ser utilizada como elétrica, conforme explica Sampaio, também diretor e fundador da Enersud, empresa que atua com aparelhos de geração distribuída para residências.


O QUE ACONTECEU: Ao girar a manivela com força e frequência, a energia cinética do movimento aciona um soprador, resultando na ENERGIA EÓLICA que faz girar o catavento ao gerar ENERGIA CINÉTICA. O giro do catavento vai enrolando o fio da nave, erguendo-a. Quando o movimento é interrompido, a nave volta à posição inicial por causa da ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL contida nela. Os fios colados no fundo do planeta possuem ímãs. A cada vez que a nave passa por esses ímãs, um sensor ativa as luzinhas de LED, que se acendem.


Se quer ser mais ecológico, gerar a própria eletricidade através de fontes renováveis pode ter um grande impacto nesse sentido. Caso viva em uma área com muita exposição solar, você talvez consiga instalar painéis solares para gerar energia. Se vive em uma área com muito vento, uma pequena turbina eólica pode funcionar bem. Tome apenas o cuidado de saber da legislação local a fim de ter as garantias necessárias para essa instalação.


O projeto piloto foi lançado pela startup em janeiro deste ano em uma igreja. O equipamento pesa 72kg e foi projetado para funcionar em diferentes condições climáticas e, segundo os fabricantes, pode gerar energia 365 dias por ano.


Com materiais simples você pode fazer um gerador eólico residencial de pequeno porte. Com canos de PVC para a construção das hélices, um dínamo de bicicleta, cabos elétricos, porcas, parafusos, arruelas e uma estrutura para servir de torre você pode construir um gerador eólico. Obviamente esse gerador não é capaz de suprir todas as necessidades de energia elétrica em uma residência, mas pode ajudar a reduzir a conta de luz e suprir em caso de falta de energia. Existem diversos projetos de aerogeradores disponíveis na internet.


É preciso advertir que a energia eólica nem sempre é eficiente, já que o gerador necessita da força dos ventos para gerar energia. O ideal é que o gerador eólico residencial seja instalado em uma área plana e aberta e na qual não exista a interferência de árvores e de grandes construções. Também é necessário se certificar de que o local escolhido dispõe de ventos fortes o bastante para manter o gerador eólico residencial em funcionamento para, a seguir, poder estabelecer a direção predominante do vento.


Outra preocupação existente é quanto à legislação para instalação desse tipo de estrutura, principalmente em áreas urbanas nas quais pode haver restrição quanto à altura de determinadas estruturas. Não existe uma regulamentação nacional específica quanto à instalação doméstica desses equipamentos. Por aqui ainda não é possível vender o excedente às empresas de energia elétrica produzida por um gerador eólico residencial como em outros países em que a geração de energia nas casas está mais difundida.


A rede elétrica brasileira não está preparada para receber essa carga de energia excedente proveniente de fontes produtoras como, por exemplo, a de painéis solares. O problema pode ser solucionado com a aquisição de baterias para o armazenamento da energia gerada. Outro item a ser adquirido é o relógio medidor de consumo de energia para mensurar a quantidade de energia elétrica gerada pelo gerador eólico residencial. O medidor também é útil para medir a eficiência do aerogerador em determinados períodos.


A aplicação da energia eólica em trabalhos mecânicos por moinhos e cataventos, como a moagem de grãos e o bombeamento de água, remonta à origem da utilização dessa fonte de energia pela humanidade.


Vale ressaltar que, apesar da energia eólica não produzir resíduos durante a geração de eletricidade, existem resíduos oriundos do processo de fabricação das pás das turbinas, que costumam ser confeccionadas com fibra de vidro. A fibra de vidro em si não é tóxica, no entanto, os aditivos que são usados para reforçar o material podem ser, como a resina epóxi.


A energia eólica é utilizada há milhares de anos para atividades como moagem de grãos e bombeamento de água, mas foi a partir da década de 1970, com a crise do petróleo, que ela passou a ser utilizada para a geração de energia elétrica.


A ABEEólica contribui, desde sua fundação, de forma efetiva para o desenvolvimento e reconhecimento da energia eólica como uma fonte limpa, renovável, de baixo impacto ambiental, competitiva e estratégica para a composição da matriz energética nacional.


Trata-se de uma fonte de energia renovável, ou seja, que utiliza um recurso que não é esgotável (o vento). Para efeito de comparação, as fontes de energia não renováveis são aquelas produzidas com combustíveis fósseis, como petróleo, ou com combustíveis nucleares.


Sistemas híbridos: utilizam mais de uma fonte para a geração de energia, por exemplo, painéis fotovoltaicos. São usados para gerar energia eólica para uma maior quantidade de usuários.


Pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, desenvolveram uma tecnologia que utiliza ar congelado para estocar energia. Em momentos de baixa demanda, o sistema de baixa emissão de gases usa a energia elétrica excedente para resfriar o ar a 200C negativos. Nessa temperatura, o ar atinge a forma líquida e pode ser armazenado e transportado. Quando aquecido novamente, em contato com uma fonte térmica, ele se expande e movimenta uma turbina, convertendo energia mecânica em elétrica. Além disso, o ar congelado pode ser usado para mover pistões de motores e equipamentos de condicionamento de ar. A liquefação do ar é uma forma de estocar a energia proveniente de fontes intermitentes, como a solar e a eólica.


Diversos estudos usam o hidrogênio como vetor energético em associação com a energia solar, eólica e hidrelétrica. Na Fundação Parque Tecnológico da Itaipu (FPTI), em Foz do Iguaçu, um projeto analisa a viabilidade técnica de utilizar a água vertida da usina para produzir hidrogênio, o qual pode ser utilizado, por exemplo, em células a combustível para carregamento de baterias de veículos elétricos e em sistemas auxiliares de energia. Uma das grandes vantagens da produção do hidrogênio a partir da eletrólise da água é conseguir armazenar grandes quantidades de energia.


Solução simples e viável para a questão do armazenamento de energia, as hidrelétricas reversíveis podem guardar grandes quantidades de energia. O sistema funciona com dois reservatórios. A energia é gerada quando a água desce do ponto mais alto para o mais baixo, passando pelas turbinas. Quando há excedente de energia na rede, a usina reversível passa para o modo de bombeamento, no qual um motor elétrico bombeia a água do reservatório inferior para um reservatório superior novamente. Neste caso, a água fica novamente disponível para gerar energia em horários de maior consumo de energia.


De acordo com os últimos dados do Cerne, são 67 parques de energia eólica em operação produzindo energia comercialmente, além dos empreendimentos em construção e contratados em leilões, o que mantém o estado como líder nacional em projetos para geração de energia a partir dos ventos.


A energia eólica offshore tem chamado atenção em algumas regiões principalmente pela capacidade de geração muito maior em mar do que em terra. Na Europa, por exemplo, o potencial em terra é de 30%, enquanto no mar chega a 70%. Com esse alto potencial e a necessidade dos países migrarem para fontes renováveis mantendo suas demandas de energia, ela surgiu como alternativa com muito potencial.


A energia oceânica pode ser gerada a partir de diversas formas, mas sempre nos oceanos. É possível gerar energia a partir do movimento das ondas, pela variação de temperatura entre a superfície e o fundo do mar, pelas correntes oceânicas, por um processo de osmose entre a água salgada e a doce ou pelo movimento das marés. As ondas e marés são, hoje, as principais formas, com a ideia de usá-las para mover turbinas e, então, gerar energia


A biomassa, termo que se refere a qualquer tipo de matéria orgânica, pode ser usada na geração de energia. É possível aproveitar os gases gerados na decomposição dessa matéria, como no caso do lixo orgânico, como fonte de energia, ou então queimar a biomassa, usá-la para aquecer a água e usar o vapor para mover turbinas, gerando eletricidade. No Brasil, a principal biomassa usada como fonte elétrica é o bagaço de cana-de-açúcar


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